terça-feira, 10 de março de 2009

Não há sangue não há notícia

Ouvindo a TSF (rádio) de hora a hora repetem-se os pormenores do funeral do presidente que foi assassinado na Guiné como se isso realmente fosse importante. Se a urna está aqui ou ali, se os 505.000 filhos já chegaram "uma vez que foi homem de muitas mulheres", se o único chefe de estado presente (Senegal) já chegou.

A cerimónia fúnebre está atrasada! Uma chatice de consequências imprevisíveis. Como se estivéssemos ali mesmo ao lado a jornalista pergunta com voz emocionada ao correspondente: reacções? incidentes? tiros? choros? Nada. Não há sangue não há notícia. Simples, não é?


Assim não tem graça...
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