Ontem foi dia especial na Ilha da Lenha - o Dia da Região - e "aquele que manda em tudo" por entre as habituais granadas dirigidas ao rectângulo ainda acrescentou que «quando sair da política, o que levo no coração é a mudança cultural».
Desancou ainda o PCP e o PS (perfeitamente normal), por estarem contra o aprofundamento do processo autonómico, sustentando que quem pretende manter a actual situação «quer ser escravo, conservador e estar agachado a Lisboa».
Só espero que esta "mudança cultural" não tenha nada a ver com a "revolução cultural" chinesa.
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