segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Ponchas diversas

Depois de um fim de semana à base de remédios caseiros ancestrais e onde se destacam ponchas de limão, laranja e outras cargas etílicas de médio alcance, eis que hoje a coisa parece ter voltado à normalidade.

Não há nada como realmente…

Os conhecimentos ancestrais são o máximo.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

As semilhas não são para todos

Resolvi comprar semilhas. O preço de mercado eram 1,50 mas o 'agricultor' como era 'meu amigo' resolveu vender a 0,85. Mais tarde como afinal não tinha lugar para guardar o produto porque a loja 'estava muito quente' resolvi vender. O preço que corria era de 1,60 mas 'para perder dinheiro' vendi a 1,40. Porra 'perdi' uma fortuna…

Moral da história: o negócia das semilhas não é para todos.

Nota: gostavam de saber como é que beneficiei dum preço a 0,85 quando o que corria era de 1,50. não é? Mas isso não comento nem falarei mais sobre esse assunto.

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Imagina só

O montante de compras efectuadas através de pagamentos por Multibanco, entre os dias 27 de Dezembro e 2 de Janeiro, ascenderam a 643 milhões de euros. Um valor que representa mais 14,6% do que o valor do ano anterior.

Isto é com a crise. Sem ela o que seria de nós?

Potência nuclear sem dúvidas...

A confiança dos portugueses

Indicam estudos feitos no fim do ano passado que o 'pessimismo dos portugueses se acentuou no fim de ano'. Gostaria de saber se foram aqueles milhares que resolveram comprar carrinho novo por causa dos impostos em 2011 ao verem as contas que têm de pagar. Também imagino a revolução que seria na Europa se a confiança dos portugueses resolvesse 'acelerar' por aí fora.

Segundo a mesma noticia a confiança das famílias portuguesas registou em Dezembro o segundo valor mais baixo de sempre e os empresários estão também mais pessimistas. Outras fontes indicam que se levantaram nos multibancos, por todo o país, nem sei quantos milhões de euros, no espaço duma semana, e isto quando a tal 'confiança' está sempre a descer à mais de 10 anos.

E depois, como não poderia deixar de ser, fala-se na crise, e mais crise e mais medidas de austeridade, enfim o de sempre não fossemos mesmo portugueses e estarmos malfadados a viver sempre num constante fadinho. Será que temem que esqueçamos a palavra "crise".

Ser um português é isto?

Não muito obrigado.

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À estalada na Golden Island

A mulher do Alonso da Fórmula One levou uma estalada nas fuças ao invadir uma propriedade privada no Porto Santo. Depois da polémica criada na altura da sua chegada à Golden Island quando o espanhol afirmou que não queria ver fotógrafos ou ia 'embora e dizia mal da Ilha' foi a madame que acabou por levar a resposta à altura.

Deve ser um daqueles que não voltará tão cedo. Que pena.

Muito mal injusto, mesmo.

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Autoeuropa, pois...

A Autoeuropa pára hoje por falta de componentes. O que seria normal (ou não) numa qualquer indústria se lhe acontecesse o mesmo transforma-se em mais uma calamidade sem precedentes para todos os portugueses a ponto de se lhe dar destaque de desgraça nacional no Jornal de Negócios. E é só um dia.

Já não são só as crises mundiais e internacionais que nos arrasam todos os dias. A Autoeuropa parando pára o país. Trememos? Fica a impressão de que é mais um daqueles buracos a que já nos acostumaram. Um dia destes descobrimos, ou não.

Estamos, decididamente, perdidos.

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Caça à multa

Hoje de manhã em frente ao Hotel Royal Savoy estranhei ver 2 polícias de moto, lá parados, à laia de escolta policial. O hotel deve estar mal estacionado e apanhou com uma multa de transito. É a caça à multa na Ilha da Lenha...

Prés-campanhas

Hoje de manhã em frente ao Hotel Royal Savoy estranhei ver 2 polícias de moto lá parados a conversar. Como não acredito que o hotel esteja mal estacionado rejeitei logo a possibilidade de estar relacionado com uma multa de transito. Puxando pela carola lembrei-me então de uma importante figura de estado que está de visita à Ilha da Lenha. Até aí tudo bem, o homem é livre de visitar quem quiser, mas...

Nunca entendi bem esta coisa de pré-campanhas eleitorais mas neste caso ainda fico mais confuso: o homem vem cá em campanha ou na figura de nº 1 da Nação?

Quem pagará a estadia?

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