sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Os chatos

Os funcionários públicos, que como se sabe são una chatos do caraças e os grandes culpados destas galopantes crises, vão perder ainda mais o seu poder de compra. Os que ganham 1.500 Euros, e que por isso são ricos, vão receber menos 50 Euros no fim do mês. Por outro lado, e para mostrar que estão verdadeiramente solidários, os que ganham mais - por exemplo o Senhor dos Tabús que fala muito no Presidente da República (das Bananas) - vai receber menos 725 Euros, o que deve fazer muita diferença nas suas compras de supermercado.

Resumindo são cortes entre 3,5 e 10 % nos vencimentos.

Nas reformas milionárias de alguns algozes ninguém fala. Silêncio total…

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Sketch


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Eleições em Maio

Enquanto o País Falido se desfaz aos poucos os partidos políticos já preparam as próximas eleições que serão em Maio do próximo ano. Na mesa devem estar já as frases bombásticas com que se lançarão ao que resta do bolo, não esquecendo está claro, as promessas eleitorais.

O País Falido prepara-se, mais uma vez, para andar na agenda dos partidos e ao ritmo dos seus dirigentes.

É a vida da nossa democracia a funcionar em pleno.

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A PSP e a água da chuva

Mais uma lengalenga para adormecer?

A PSP quer diminuir os gastos na água, electricidade, papel, telefone e combustível. Para isso já foi distribuído um comunicado pelos comandos regionais e metropolitanos com cerca de 50 medidas para diminuição de despesas. Entre essas encontramos que os televisores vão passar a estar desligados nas esquadras e os agentes apenas podem ligar a TV para ver notícias. Vai acabar o correio postal, os telefones serão usados só em casos excepcionais e até os carros da patrulha serão lavados com a água da chuva. Esta última da água da chuva é nova e ridícula. Como se as despesas da PSP fossem a conta da água.

Fora ficaram as medidas que realmente poupariam algum dinheiro tais como a utilização indevida de muitas das viaturas descaracterizadas da PSP e que são usadas por oficiais durante os fins de semana e como meio habitual de transporte. Outra seria investigar a messe de oficiais e algumas mordomias a altos postos da polícia.

Por outro lado o incremento de receitas passará, como é óbvio, pela maior fiscalização rodoviária passando pela habitual "caça à multa".

Continuam a gozar connosco.

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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

FMI e Eurostat

Toma lá mais estas que é para aprenderes. O Eurostat e o FMI, que são uns gajos porreiros e incentivam bastante a malta, resolveram inventar assim mais umas sobre o País Falido. Entre as ditas destaco a que me fez esboçar um sorriso: a economia para o próximo ano vai estagnar, o desemprego como consequência vai aumentar e ficaremos, como sempre, fora da média europeia.

Quero dizer a esses senhores que nada disso é novidade pois a nossa querida comunicação social, especialmente a TV, farta-se de afirmar isso todos os dias e já leva anos.

Sempre podiam arranjar umas coisas novas, não é? O disco é sempre o mesmo e isto agora já funciona um pouco como a história de Pedro e o Lobo.

Andando.

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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

10 Milhões de Euros?

Ouvi dizer que se vão gastar 10 milhões de Euros nas comemorações dos 100 anos da República. Pede-se sacrifícios ao Zé Povinho que já está teso e desgastado e afincam-se com 10 milhões numa comemoração.

E o Povo, pá?

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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Submarino enganador...

Esta foi mesmo de morte. Relacionado com a compra dos submarinos chega a notícia que a megera alemã conhecida por Angela Merkel obrigou o País Falido a escrever no orçamento de 2010 a despesa extra com a compra dos submarinos em virtude do governo alemão já ter essa verba contabilizada como exportação deste ano. Esta despesa não estava inicialmente prevista no orçamento e daí o descalabro…

Na verdade, o próprio ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, chegou a afirmar que o pagamento do submarino só seria feito em 2011, data da sua recepção oficial. Foi aí que entrou o governo alemão - e não o Eurostat - a obrigar a que o submarino fosse efectivamente contabilizado em 2010.

Quando levantadas estas questões sobre a "ingerência" do organismo estatístico europeu pelos jornalistas o secretário de estado simplesmente afirma que "Portugal é um Estado soberano".

Tá-se mesmo a ver…

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